Processador ou conjunto da obra?


Na guerra entre AMD e Intel para mostrar para o mundo qual a empresa tem o melhor processador faz com que por inércia os consumidores com pouco entendimento tecnológico assimilem a idéia de que quanto mais clock ou mais núcleos tiver o seu processador melhor será o desempenho do seu computador (e quando falo em desempenho digo performance para o uso no dia-a-dia).

Mas a realidade é muito diferente disso, além de ter de se preocupar com nomenclaturas comerciais estudadas minunciosamente para confundir o otário cliente e fazê-lo comprar gato por lebre é importante ter em mente que o que vai contar mesmo para a performance geral não é o processador de forma isolada, mas sim todos os componentes projetos e configurados para trabalhar em harmonia.

Uma idéia clara é que um computador equipado com um processador Semprom (low-end) pode ter uma performance melhor que um processador Dual Core (middle-end). Como? É simples, basta que na hora da compra alguns detalhes como velocidade de acesso a dados no HD, barramento de comunicação das placas de memória (Dual Channel é essencial) e da motherboard, velocidade da placa de vídeo (VGA), etc, etc tem que ter um equilíbrio e taxa ZERO de conflitos de hardware, senão o desempenho geral do seu computador já era.

De nada adianta pagar muito dinheiro em um processador Quad Core da Intel ou um Phenom de 8 núcleos da AMD se todo o resto é xing-ling e lerdo, o seu computador continuará sendo uma carroça. Buscando o equilíbrio entre os componentes além de melhorar a performance a chance de que o valor de compra seja menor é uma realidade.

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