O Google, a Microsoft, a Apple e a disputa
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Agora a pouco vimos a briga da Microsoft com o Google devido a API do Youtube, algo semelhante ao que aconteceu com a Apple no caso da API do Google Maps.
Ambos os casos tem muitas similaridades e singularidades, em ambos a Microsoft e Apple “exigem” que o Google libere recursos restritos de seus produtos sem oferecer nada em troca, sem acordos de parceria ou pagamento financeiro, seria mais ou menos como o Google exigisse que a Microsoft liberasse acesso ao código-fonte do Windows Phone e a Apple do iOS para que ele produza aplicativos melhores para o Android.
Resumindo querem que o Google corra o risco, gaste dinheiro e tempo produzindo e mantendo produtos para depois dá-los para que empresas concorrentes utilizem para minar outro produto do Google, no caso o Android.
Tanto a Apple como Microsoft são intolerantes e intransigentes quanto aos seus produtos e agora querem exigir que outra empresa não o seja?
Não dá.
O lema do Google é “Don´t be evil” ou “Não somos maus” em tradução livre e não “Somos idiotas”.
As alegações da Apple e agora da Microsoft sobre os produtos do Google é inadmissível, afinal como obrigar uma empresa a oferecer seus produtos de graça, ajudar nos custos ninguém quer.
A saída para a Apple foi desenvolver seu próprio (e ruim) App de mapas e talvez essa seja a saída para a Microsoft, só que na Microsoft como lidar com a base de usuários e vídeos que já estão no Youtube?